Adimiradores.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Flores Tristes.

Como uma Flor Triste,
regada apenas por um sopro de vento,
e de dor.

Murcha pelo tempo,
rasgada pelo o amor.
Serei eu uma vida amargurada,
vivendo sóbrio atrás de ilusões?
Que destruam toda beleza e fragância.
Vivo das sombras e de folhas alheias.

Meu pudor é a minha única bonança.
Porque assim como o tempo,
posso destruir qualquer espera,
qualquer esperança.

Como uma flor triste,
sustentada sobre túmulos,
de almas vazias.
Minhas lágrimas se tornam,
puras, sagazes, sombrias...

Minha única verdade agora,
é que perdi parte da minha vida.
Um sopro de mim se foi,
trazendo – me toda uma agonia,

A paz que me era dada,
se foi sem dar sua morada.
Assim como uma flor triste,
aos poucos vai perdendo suas pétalas,
Eu fico assim,
perdendo parte de mim,
nesses túmulos onde as vidas se acabam,
e se enterram.

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