
Só sei que bem nunca estou.
E das vagas lembranças,
Sobrevivo de saudades.
Sei que tenho sonhos pra mudar.
Só não sei se quero.
Que me cessem as lágrimas.
Necessito delas,
Tanto como um tempo.
Hoje em dia,
É raro poder tê-lo
E ficar vago assim,
O meu silencio.
O coração sempre insiste,
E não querer se esconder mais.
Mas tão cedo,
A tristeza veio dizer,
Que assim me ama,
E me quer tanto,
Quanto bem eu queria uma distancia.
Tão longe,
Que não me viessem os anseios.
Se sei,
Que na verdade,
Ando doente,
Como um câncer que quer sobreviver.
Se tantos outros,
Conhecem a sua cura.
Ainda luto,
Por mais um dia,
Intrigar-me ao deparar a lua.
E me despir da luz,
Que um dia foi a minha vida.
E no anoitecer,
Me vestir da aurora negra,
Que para ifinitude será meu viver.
E vai me mudar sóbrio,
Quando assim eu tiver,
Aquelas lembranças dos tempos bons,
Quando eu chorava,
E sempre sabia,
O ardor relutante,
Da cada pedaço,
E o valor daquelas lágrimas.
E das vagas lembranças,
Sobrevivo de saudades.
Sei que tenho sonhos pra mudar.
Só não sei se quero.
Que me cessem as lágrimas.
Necessito delas,
Tanto como um tempo.
Hoje em dia,
É raro poder tê-lo
E ficar vago assim,
O meu silencio.
O coração sempre insiste,
E não querer se esconder mais.
Mas tão cedo,
A tristeza veio dizer,
Que assim me ama,
E me quer tanto,
Quanto bem eu queria uma distancia.
Tão longe,
Que não me viessem os anseios.
Se sei,
Que na verdade,
Ando doente,
Como um câncer que quer sobreviver.
Se tantos outros,
Conhecem a sua cura.
Ainda luto,
Por mais um dia,
Intrigar-me ao deparar a lua.
E me despir da luz,
Que um dia foi a minha vida.
E no anoitecer,
Me vestir da aurora negra,
Que para ifinitude será meu viver.
E vai me mudar sóbrio,
Quando assim eu tiver,
Aquelas lembranças dos tempos bons,
Quando eu chorava,
E sempre sabia,
O ardor relutante,
Da cada pedaço,
E o valor daquelas lágrimas.
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