Fiz amor pelo teu
corpo.
Desenhei meus lábios nele.
Dancei pelo coração,
a canção que você cantava.
E o vento leva a imaginação embora.
Desenhei meus lábios nele.
Dancei pelo coração,
a canção que você cantava.
E o vento leva a imaginação embora.
Você ficava ridícula
na cama,
rindo das paredes solitárias,
que vinham do meu quarto.
Eu sofro com ela,
e você ri, como se toda solidão,
fosse mera palhaçada.
rindo das paredes solitárias,
que vinham do meu quarto.
Eu sofro com ela,
e você ri, como se toda solidão,
fosse mera palhaçada.
Duas vezes nós
tentamos reatar,
o nosso amor na cama.
Por duas vezes nossos travesseiros,
discutiram versões insensatas.
Palavrões e gestos de baixos escalões.
o nosso amor na cama.
Por duas vezes nossos travesseiros,
discutiram versões insensatas.
Palavrões e gestos de baixos escalões.
E depois de todos os perdões,
nós abraçamos individuais,
nossos pecados.
nós abraçamos individuais,
nossos pecados.
Em cada pôr – do –
sol,
eu imaginei uma fé estagnada,
da sua volta.
Seja pelo espelho ou pela varanda.
Onde quer que o vento fosse,
eu sentia seu hálito,
o ar e a sua sombra.
eu imaginei uma fé estagnada,
da sua volta.
Seja pelo espelho ou pela varanda.
Onde quer que o vento fosse,
eu sentia seu hálito,
o ar e a sua sombra.
A paixão versus
bebedeiras,
é a razão do meu desespero.
Fetiches com você,
nas noites inúteis,
virou meu bordel e prazer.
é a razão do meu desespero.
Fetiches com você,
nas noites inúteis,
virou meu bordel e prazer.
Você chorou,
e eu dancei,
aquela canção que você tocava.
Riu das paredes do meu quarto.
E eu hoje chorei,
de saudades.
e eu dancei,
aquela canção que você tocava.
Riu das paredes do meu quarto.
E eu hoje chorei,
de saudades.

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