Tenho péssimo gosto,
para as lágrimas.
Advém de outrora,
por ventos que agonizam,
memórias ultrapassadas,
com ferrugens,
e desgastadas.
para as lágrimas.
Advém de outrora,
por ventos que agonizam,
memórias ultrapassadas,
com ferrugens,
e desgastadas.
Sou a contragosto.
De palavras,
que abominam,
versos cansados.
Se as letras,
tivessem tal simplicidade,
não conviria dizer – te,
em frases,
que sou incorrigível,
e desprezado.
De palavras,
que abominam,
versos cansados.
Se as letras,
tivessem tal simplicidade,
não conviria dizer – te,
em frases,
que sou incorrigível,
e desprezado.
Não vou negar,
que choro.
Demasiado,
eu choro.
Choro tanto,
que as tempestades,
não me entendem.
que choro.
Demasiado,
eu choro.
Choro tanto,
que as tempestades,
não me entendem.
Mas a palavras,
essas me zelam.
Todos esses símbolos,
que em linhas sem destino,
versam sobre mim.
essas me zelam.
Todos esses símbolos,
que em linhas sem destino,
versam sobre mim.
E o que meu passado,
escreve.
Não tem insígnia,
que velará sobre meu fim.
escreve.
Não tem insígnia,
que velará sobre meu fim.
Pois estarei ausente,
e só o vento,
que parece um pássaro imortal,
cuidará das partes,
mais difíceis,
e incompreensíveis.
e só o vento,
que parece um pássaro imortal,
cuidará das partes,
mais difíceis,
e incompreensíveis.
E que pelas letras,
seja assim.
seja assim.

2 comentários:
"Demasiado,
eu choro.
Choro tanto,
que as tempestades,
não me entendem."
Chega a doer de bonito. (:
Lindo...e todo belo é triste e triste é ser feliz sendo triste e belo! :P não sei escrever, mas adorei!!!
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