A dor,
maior que o próprio coração.
Que bate fraco,
pulsa por amor.
maior que o próprio coração.
Que bate fraco,
pulsa por amor.
Mas engana – se,
em acreditar na paixão.
Da solidão não tenho temor.
Tenho medo da saudade.
É maior que minha própria sorte,
de viver assim,
a espera do que nunca virá,
e do que jamais foi.
Tenho medo da saudade.
É maior que minha própria sorte,
de viver assim,
a espera do que nunca virá,
e do que jamais foi.
Eu que já acreditei em anjos.
Estes me traíram,
com uma espada cravada,
em meu coração.
Que agora ficou vazio,
deixando as lembranças.
como a melhor forma para s e sentir,
e viver.
Estes me traíram,
com uma espada cravada,
em meu coração.
Que agora ficou vazio,
deixando as lembranças.
como a melhor forma para s e sentir,
e viver.
Mas com as lágrimas,
é impossível enxergar.
Um caminho bem além,
dessa história.
Que por ora,
eu ainda insisto em escrever,
e conta – la paro os pássaros,
dizendo a eles que me apaixonei,
porque um dia acreditei em anjos.
é impossível enxergar.
Um caminho bem além,
dessa história.
Que por ora,
eu ainda insisto em escrever,
e conta – la paro os pássaros,
dizendo a eles que me apaixonei,
porque um dia acreditei em anjos.

2 comentários:
Adorei!
Seu poema me fez lembrar o filme:
Cidade dos Anjos.
A vida não é justa aos humanos,...
como também não é justa aos anjos.
Talvez o sentido de tudo esteja:
Nos encontros e desencontros.
Na possibilidade de amar,... além.
Beijos meu anjo!
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