O segredo,
signo do anseio.
Dos sonhos perdidos,
da vida em erros.
Dos sonhos perdidos,
da vida em erros.
O homem que sabe entender,
os motivos,
o fato das desordens.
O caos sentido,
a dor que o transforma.
os motivos,
o fato das desordens.
O caos sentido,
a dor que o transforma.
Presumo ser detido,
todos seus conceitos.
Sabedoria e conhecimento,
meras vertigens,
meras desordens.
todos seus conceitos.
Sabedoria e conhecimento,
meras vertigens,
meras desordens.
Não consigo entender.
O homem fatigado,
que constrói castelos,
e do outro lado destrói.
O homem fatigado,
que constrói castelos,
e do outro lado destrói.
Onde existe o amor,
faz – se tudo em pomar de ódios.
Fantasias e ilusões, são seus motivos sórdidos.
Ó Homem que és puro vazio.
Parece não temer a morte.
faz – se tudo em pomar de ódios.
Fantasias e ilusões, são seus motivos sórdidos.
Ó Homem que és puro vazio.
Parece não temer a morte.
Mas tem pesadelos todas as noites.
Pois tua consciência não dorme.
E sabe que muito menos,
a tua própria dor repousa.
Pois tua consciência não dorme.
E sabe que muito menos,
a tua própria dor repousa.

2 comentários:
Caos, adoro essa palavra.
Passa no meu: http://desordemedesinteresse.blogspot.com/
Ter consciência é a dor do poeta.
O saber cobra.
O querer exige.
O tempo passa.
A vida finda.
A memória guarda.
O sentimento transborda.
Viver é o caos sem lógica.
Beijos, meu lindo.
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