Adimiradores.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Dor do Homem.



O segredo,
 signo do anseio.
Dos sonhos perdidos,
da vida em erros.


O homem que sabe entender,
os motivos,
o fato das desordens.
O caos sentido,
a dor que o transforma.


Presumo ser detido,
todos seus conceitos.
Sabedoria e conhecimento,
meras vertigens,
meras desordens.


Não consigo entender.
O homem fatigado,
que constrói castelos,
e do outro lado destrói.


Onde existe o amor,
faz – se tudo em pomar de ódios.
Fantasias e ilusões,
são seus motivos sórdidos.
Ó Homem que és puro vazio.


Parece não temer a morte.
Mas tem pesadelos todas as noites.
Pois tua consciência não dorme.
E sabe que muito menos,
a tua própria dor repousa.

2 comentários:

Laryssa Franklin disse...

Caos, adoro essa palavra.

Passa no meu: http://desordemedesinteresse.blogspot.com/

Lenda. disse...

Ter consciência é a dor do poeta.
O saber cobra.
O querer exige.
O tempo passa.
A vida finda.
A memória guarda.
O sentimento transborda.
Viver é o caos sem lógica.

Beijos, meu lindo.