O espinho das rosas,
não me machucam.
Elas não me sangram.
Sua cor é sangue,
nem por isso elas choram.
Eu que choro,
e nada mais faz com que eu me envergonhe..
É uma honrra chorar sozinho,
enquanto elas brotam.
Ás vezes chamo meu amor de rosas.
De vez em quando eu tenho medo.
O silêncio decora as paredes do meu quarto,
e dos meus quadros negros.
Sinto que meus anseios,
são as chuvas que passam,
e matam os desejos que vem das rosas..
Sua pétalas não morrem,
ainda dão – me uma vida.
Eu que morro,
e viro apenas cinzas.
Porém minha alma é esta virgula.
Um pedaço de estrela do céu azul,
Que vai fazer do infinito,
um jardins de icógnitas sem fim..

Nenhum comentário:
Postar um comentário