Adimiradores.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Longe de ti.




Sol das minhas dores.
Das lembranças doces,
E do tempo distante.

Lua nova que vai brotando,
A aurora negra da noite infeliz.
Sem vida e sem cor.

Intenso como meus sonhos,
De te ter como esta atmosfera.
Santa protetora da minha vida,
Que me guarda e me mantém infeliz.

Vento esse que agoniza por minha morte,
Que não anseio,
Mas sei que estás aqui.

Tão perto e eu tão longe.
De mim mesmo,
Do medo de não te ver mais sorrir,
Nunca mais nesta minha noite infeliz.

Em relâmpagos e numa chuva tosca,
Estou em paixão de liberdade,
Numa noite infeliz e escrava,
Longe de ti, longe de mim..

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