Pedem-me um coração,
Mas eu não tenho,
Intensamente querido,
Que as manhãs viessem,
Com mais sorrisos.
Os dias não são mais tranqüilos.
Nossas crianças,
Dançam as canções de guerras.
E a violência é refrão doce,
Nas bocas de nossas jaz esperanças,
De se ter os sonhos desses pequenos,
Nas ruas dessas cidades mazelas
Cantam os garotos,
Que comem lixo nas calçadas.
E perdem seus estímulos,
Pra vida que tão cedo maltrata.
Já não podem contar,
Com a proteção dos anjos.
Vivem ao redor de balas perdidas,
Pra não esquecerem,
Que a liberdade um dia já foi amiga.
Os anjos deixaram de voar sobre esta terra.
Cansados de saudade,
Do tempo que podiam ser crianças. Estão todos em quedas.
Mas eu não tenho,
Intensamente querido,
Que as manhãs viessem,
Com mais sorrisos.
Os dias não são mais tranqüilos.
Nossas crianças,
Dançam as canções de guerras.
E a violência é refrão doce,
Nas bocas de nossas jaz esperanças,
De se ter os sonhos desses pequenos,
Nas ruas dessas cidades mazelas
Cantam os garotos,
Que comem lixo nas calçadas.
E perdem seus estímulos,
Pra vida que tão cedo maltrata.
Já não podem contar,
Com a proteção dos anjos.
Vivem ao redor de balas perdidas,
Pra não esquecerem,
Que a liberdade um dia já foi amiga.
Os anjos deixaram de voar sobre esta terra.
Cansados de saudade,
Do tempo que podiam ser crianças. Estão todos em quedas.
Sendo atingidos pela fragrância,
Da nossa magnitude maldade.
Se esvaiam,
Pra junto das camas eternas,
De Onde nunca mais,
Ver-se-á um sorriso,
Desses pequeninos,
Os únicos a acreditar,
No futuro.
Que a cada dia,
Tiramos de suas mãos pequenas.
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