Meu sentimento se foi,
Como o filho deixa o pai.
Como os olhos deixam a bondade.
Deixou como quem deixa o passado,
Destruindo o presente,
Alimentando um futuro ausente.
Deixou assim, ás moscas,
Como quem deixa o prato cheio.
E chora de fome,
Reclamado da sobra.
Vergonha prestigiada no rosto,
Como quem deixa um amigo,
Dando-lhe a face da porta,
Ao invés de um abraço.
E o mendigo por quem passamos,
Estende a mão para a esmola,
Se não se sabe quem é mais infeliz
Ele me deixou, e levando de melhor,
O sorriso que pintava nas paredes,
Retribuindo-me de volta o silencio.
Às vezes, conversava comigo mesmo,
E tinha um amigo.
Andava de mãos dadas com a alma,
E a liberdade me dava um beijo.
Ela se foi
Como quem abandona um bebe num rio.
Muitos pensam que são Deus,
Mas não temos nada dele.
Ele se foi há muito,
Assim como este sentimento,
Que corre por aquele rio.
Como o filho deixa o pai.
Como os olhos deixam a bondade.
Deixou como quem deixa o passado,
Destruindo o presente,
Alimentando um futuro ausente.
Deixou assim, ás moscas,
Como quem deixa o prato cheio.
E chora de fome,
Reclamado da sobra.
Vergonha prestigiada no rosto,
Como quem deixa um amigo,
Dando-lhe a face da porta,
Ao invés de um abraço.
E o mendigo por quem passamos,
Estende a mão para a esmola,
Se não se sabe quem é mais infeliz
Ele me deixou, e levando de melhor,
O sorriso que pintava nas paredes,
Retribuindo-me de volta o silencio.
Às vezes, conversava comigo mesmo,
E tinha um amigo.
Andava de mãos dadas com a alma,
E a liberdade me dava um beijo.
Ela se foi
Como quem abandona um bebe num rio.
Muitos pensam que são Deus,
Mas não temos nada dele.
Ele se foi há muito,
Assim como este sentimento,
Que corre por aquele rio.
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